sexta-feira, outubro 23, 2009

Manias e tiques nervosos

Gosto do que me tira o fôlego.
Venero o improvável.
Almejo o quase impossível.
Meu coração é livre, mesmo amando tanto.
Tenho um ritmo que me complica.
Uma vontade que não passa.
Uma palavra que nunca dorme.
Quer um bom desafio?
Experimente gostar de mim.
Não sou fácil.
Não coleciono (muitos) inimigos.
Quase nunca estou pra ninguém.
Mudo de humor conforme a lua.
Me irrito fácil.
Me desinteresso à toa.
Tenho o desassossego dentro da bolsa.
E um par de asas que nunca deixo.
Às vezes, quando é tarde da noite, eu viajo.
E - sem saber - busco respostas que não encontro aqui.
Ontem, eu perdi um sonho.
E acordei chorando, logo eu que adoro sorrir...
Mas não tem nada, não.
Bonito mesmo é essa coisa da vida:
um dia, quando menos se espera, a gente se supera.
E chega mais perto de ser quem - na verdade - a gente é.

Um comentário:

Unknown disse...

Com já tinha dito pra ti Géh, ela escreve para um público bem amplo, mais basta esse público querer se encaixar no que ela diz, o que muitas vezes é difícil por que nem todo mundo gosta de expressar o seu lado mais fraco sendo ele defeitos quantos tiques!! hehe!!